No final de semana tivemos o encontro dos PHD em Blumenau.
A Bê foi ao seu primeiro encontro pilotando sua De Luxe e foi como se fosse gente grande, tocando a moto direitinho.
Claro que aqui e ali ela ainda sente alguma dificuldade, mas para quem está começando como ela, em cima de uma HD de 300kg, ela está muito bem.
Chego a pensar que ela nasceu para andar de moto, pois vai melhor na moto que de carro. Ao menos ela é mais cuidadosa na moto.
Fomos de Florianópolis pela BR-101, rumo norte, até cruzarmos o rio Itajaí e então entramos para Blumenau. A estrada estava muito movimentada mas estava fluindo, como dizem os paulistas.
Em Gaspar a acabamos entrando à esquerda, pois o GPS assim me instruiu e acabamos chegando na frente da Igreja de Gaspar. Aí viramos para a direita novamente e seguimos até Blumenau.
O movimento na cidade estava muito forte, pois era sexta-feira, final da tarde. Seguimos até a Vila Germânica, onde estava acontecendo a recepção, do pessoal do encontro.
Este encontro era em homenagem às Ladies e a Bê era uma delas. Senão a mais importante a mais orgulhosa delas. Eu então nem se fala, fiquei mesmo muito orgulhoso da minha querida Lady.
Tomamos uma cerveja sem álcool na recepção, cumprimentamos o pessoal, inclusive o Chico, grande PHD que organizou toda a festa, pegamos os nossos Kits e depois de um tempo fomos para o Hotel Plaza para nos prepararmos para a festa que iria acontecer à noite.
O motivo da festa era Cinema. Normalmente o pessoal capricha muito nas fantasias buscando a maior diversão possível.
Na manhã de sábado tivemos o desfile das bandeiras com as Ladies na frente, eram umas 40 pilotas de Harley, sendo que muitas vieram de longe, como a Bê de Florianópolis, muitas de São Paulo, outras do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santiago no Chile e do Paraguai.
O desfile acabou na praça de Pomerode onde fomos recepcionados com muitas comidas típicas, cerveja que foi sempre sem álcool e as brincadeiras.
Eu participei da competição de marcha lenta mas sem nenhum treino fica difícil de conseguir alguma coisa, fui desclassificado logo de cara, pois coloquei o pé no chão logo de cara. Saco! Faltou concentração. Na festa dos 10 anos fiz mais bonito porque estava mais concentrado.
Após algumas horas ali na praça fomos até um pavilhão onde foi servido o almoço. Poucos tem condições de comer parte do que é servido. A coisa é mesmo exagerada.
Retornamos para a cidade e fomos até a Confeitaria do Hotel Glória para tomar um café e comer uma torta, esse foi um exagero, mas como não fazer isso em Blumenau?
O tempo todo estivemos na companhia do Lauro e da Edite, que foram dos poucos de Curitiba que estiveram no encontro. O pessoal de Floripa também não foi em peso, somente alguns poucos é que conseguiram se inscrever, assim como de Curitiba. O encontro PHD em Blumenau é, na nossa opinião dos melhores que existe, assim como o de Maringá, por esse motivo é que as inscrições ficam abertas por poucas horas e as vagas para inscrição acabam.
No Sábado novamente um jantar de encerramento onde as Ladies foram homenageadas, meu amor subiu no palco, ganhou placa, quadro e um monte de brindes e presentes.
O mais legal foi a calçada da fama, onde o PHD Chico forrou o chão na entrada da festa e do Jantar do sábado, com a Calçada da Fama. Na calçada ela colocou uma estrela para cada uma das Ladies que estavam inscritas no encontro. eram 41 nomes. Foi muito legal. Acredito que no ano que vem teremos ainda mais Ladies, que eu saiba já temos umas 4 novas.
A Edite está se mexendo e se coçando para comprar uma moto, ela já tem carteira de motociclista mas a muitos anos na pilota, agora está se animando para voltar a pilotar. Vamos ver se até o ano que vem ela não se anima a motocicleta juntamente com as Ladies.
No domingo fomos ao churrasco organizado promovido e patrocinado pelo Júlio e pela Marcelo Junges em Blumenau, no Clube Bela Vista. Que coisa mais maravilhosa foi esse encontro com a participação do pessoal do HOG de Florianópolis. Deviamos ser umas 60 pessoas pelo menos. Seviram galeto ao primo canto assado, também com cerveja sem álcool e refrigerantes.
Um final de semana para não ser esquecido, principalmente por ter sido o primeiro encontro, de muitos que com certeza a Bê participará pilotando.
Eu me lembro do meu primeiro encontro que foi promovido pela HD Point e Pimenta, em Gramado. Uma maravilha que deixou saudades de verdade. Pena que não existe mais a HD Point para realizar novamente aquele encontro. Não é mesmo Lauro?
Abraço pessoal qu está tarde e tenho que dormir.
Luiz Bianchi e Bernadete Condello de Oliveira. Adicionando vida aos nossos dias!
Imagens do Fin del Mundo
Eu estive lá. De frente para a vida!
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Primeira Viagem da Bê para Curitiba
300km de ida e 300km de volta, mais alguns quilômetros rodados.
Superando as dificuldades, pois ser motociclista é estar sempre apaixonado por estar superando dificuldades.
No final de semana do dia 31 de Julho de 2014, saímos de casa em Florianópolis e fomos até Curitiba. A novidade desta vez foi que a Bê foi pilotando a própria moto.
Agora em uma nova fase, já mais experiente, embora ainda com muito o que continuar aprendendo, assim como todos nós que somos motociclistas, nunca saberemos tudo e isso é um fato.
Ela está se superando a cada dia e me surpreendendo.
No trecho da volta, quando saímos de Curitiba para Florianópolis, o tempo estava ruim e quando chegamos na serra havia serração e garoa. Chão liso e molhado, visibilidade muito curta.
Fiquei com medo por ela.
Mas, durante a descida da serra vi que ela estava se comportando muito bem, na verdade melhor que a maioria dos pilotos que levam suas HDs pelo mundo. Cuidadosa e experiente, talvez por seus muitos quilômetros de garupa, ou porque nasceu com esse dom, não saberia explicar, ela me surpreendeu positivamente. Nenhuma bobagem, sempre com muito cuidado mas sem gerar nenhuma situação de perigo que pudesse de alguma forma desembocar em um acidente.
Meus Parabéns!
Bê, você é uma excelente motociclista, precisa apenas continuar sempre se cuidando e nunca deixar que o excesso de confiança acabe te colocando em alguma situação mais complicada.
Amor e confiança com respeito, você irá muito longe.
Que Deus sempre ilumine o caminho de todos nós que estamos realizando nossos sonhos.
Bê, eu Te Amo!
Agora em uma nova fase, já mais experiente, embora ainda com muito o que continuar aprendendo, assim como todos nós que somos motociclistas, nunca saberemos tudo e isso é um fato.
Ela está se superando a cada dia e me surpreendendo.
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| A estrela do dia. Estreando em uma viagem até Curitiba. Muita expectativa. |
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| Saindo de FLorianópolis. Linda Foto. |
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| Nossas duas motos na BR-101. A Bê abrindo caminho e eu atrás. O Nino e a Bela no carro atrás. |
No trecho da volta, quando saímos de Curitiba para Florianópolis, o tempo estava ruim e quando chegamos na serra havia serração e garoa. Chão liso e molhado, visibilidade muito curta.
Fiquei com medo por ela.
Mas, durante a descida da serra vi que ela estava se comportando muito bem, na verdade melhor que a maioria dos pilotos que levam suas HDs pelo mundo. Cuidadosa e experiente, talvez por seus muitos quilômetros de garupa, ou porque nasceu com esse dom, não saberia explicar, ela me surpreendeu positivamente. Nenhuma bobagem, sempre com muito cuidado mas sem gerar nenhuma situação de perigo que pudesse de alguma forma desembocar em um acidente.
Meus Parabéns!
Bê, você é uma excelente motociclista, precisa apenas continuar sempre se cuidando e nunca deixar que o excesso de confiança acabe te colocando em alguma situação mais complicada.
Amor e confiança com respeito, você irá muito longe.
Que Deus sempre ilumine o caminho de todos nós que estamos realizando nossos sonhos.
Bê, eu Te Amo!
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Rastro da Serpente
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| Olha nós aí. Em Apiaí no Rastro da Serpente. |
A vontade estava grande já no final de semana anterior, quando infelizmente não deu certo.
Falei com o Lauro e com o Daniel, que também tinha a mesma vontade que nós e marcamos para esse domingo.
Tomamos café da manhã em uma panificadora perto da Igreja da Santa Cândida, onde marcamos de nos encontrar e fomos até Apiaí, seguindo pela Estrada de Colombo.
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| Nossas meninas no Portal de Apiaí. |
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| Só alegria não é meu amor. |
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| Olha a turma animada! |
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| Casal Lauro e Edite |
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| Daniel e Ana Paula. |
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| Eu e a Bê. Nos limites. |
O caminho é muito bonito e são muitas curvas, nada parecido com a Estrada da Graciosa ou com a Serra do Rio do Rastro, as curvas são mais amenas entretanto são muitas e por muitos quilômetros.
Fomos até a praça de Apiaí, tiramos as fotos em frente ao marco do Rastro da Serpente e compramos o Diploma e o patch no posto em frente à praça.
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| A turma na praça central da cidade de Apiaí. |
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| Lauro (Tito) e Daniel. |
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| Essas maravilhosas companheiras que temos. Bê, Edite e Ana Paula. |
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| Eita Nóis! |
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| Lauro e Edite. Só alegria e comemoração da vida! |
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| E assim chegamos lá. |
Almoçamos em um belo restaurante com uma boa comida de fogão e depois retornamos para Curitiba com mais um sonho realizado.
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| A turma toda sobre um viaduto com uma linda paisagem no caminho de volta. |
As fotos podem mostrar nossas fisionomias mostrando um pouco do que sentimos.
Até a próxima.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Bê na Estrada - Floripa - Curitiba
Esse
final de semana foi muito especial. Um final de semana para não ser esquecido enquanto vivermos.
Tenho
que registrar aqui que a Bê está se saindo melhor do que qualquer um poderia
prever como motociclista.
Saímos
na sexta-feira de Florianópolis, com destino a Curitiba, tendo em vista que a
Louise estaria retornando após 11 meses de permanência na Irlanda, onde foi
estudar através do Programa Ciência sem Fronteiras. A permanência dela e a
nossa viagem para lá, quando fomos visita-la está publicado aqui no Blog
também, entretanto até o momento ainda não tive tempo de terminar a publicação,
pois se trata de um período muito grande, 20 dias.
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| Chegada da Lou no aeroporto. Seja bem vinda minha querida filha. |
Tinha ainda a primeira apresentação do Lucianinho na festa julhina da escolinha. Não poderíamos perder.
Ainda mais que a festa acabou acontecendo no dia dos avós, dia 26 de julho. Incrível, quantas datas festivas, dia 25 foi dia do motorista, dia 26 dos avós e dia 27 do motociclista. Um final festivo mesmo, pois estamos encaixados em todos os dias de festa. hehehe.
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| A Bê com os netinhos. Lindos! |
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| Eu e o Lucininho. Ver que no painel, entre minha cabeça e a dele, tem uma foto comigo, a Bê e o Lucianinho. Que querido! |
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| A apresentação do Lucianinho foi demais. |
Mas
retornando a esse final de semana, a Bê estava em dúvida sobre se iria ou não
de moto para Curitiba. O Nino, filho dela, estava aqui em casa juntamente com a
namorada nesta semana e como eles estavam de carro, ela poderia ir de moto e eu
também.
A
previsão era de frio, mas não de chuva. Vale frisar que a moto dela não tem
para-brisa, pois ela ainda estava andando apenas na cidade e em uma viagem de
moto, levando o vento no peito a mais de 100km/h não é bolinho não.![]() |
| Nós saindo de casa em Floripa. Na Beira Mar. |
Mas
fomos. Acabamos pegando um trecho na serra onde o termômetro de minha moto
estava marcando 7ºC. Paramos para que ela pudesse colocar mais roupas, mas por
iniciativa minha. Ela não havia me dado nenhum sinal para parar, realmente uma
guerreira.
Assim
acabamos chegando em Curitiba no início da noite e ela estava com muito frio
mas muito feliz também. Na maior parte do caminho eu vim na frente e o Nino
veio atrás com o carro. A Bê se comportou muito bem, não fez nenhuma bobagem e
dirigiu com muita segurança e ritmo.
Passamos
em casa, deixamos a moto dela e retornamos para o aeroporto a fim de
aguardarmos pela Louise. Foi uma bela festa de chegada, depois de tanto tempo
longe.
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| Dá para ver que a Bê está profissional da estrada. Olhe novamente para ver. Hahaha. |
Foi
uma experiência incrível.
Saímos
de Curitiba com o tempo muito fechado, logo no início da BR-376, caminho de
Floripa, começou a garoar e o frio era intenso. Paramos em um posto depois da
Policia Rodoviária para colocarmos roupas impermeáveis, pois estava garoando e
o prenúncio é de que iria chover, é sempre melhor a gente poder ir sem ter que
se preocupar com a chuva ao longo do caminho, de forma que a atenção precise
ficar somente com os cuidados da estrada, que já não são poucos.
Com
os impermeáveis, saímos para a estrada e já no início da serra uma serração
daquelas que fica difícil enxergar de dia, imagina de noite como a coisa
estaria. Além da visibilidade ruim, mas muito ruim mesmo, ainda tinha uma garoa
chata e a pista completamente molhada, mas como não havia caído uma chuva forte
para lavar a pista estava muito perigoso.
A
princípio eu estava preocupado com ela, mas com o tempo fui me preocupando
comigo mesmo pois vi que ela estava indo muito bem. Diminuindo a velocidade
antes de entrar nas curvas, usando freio moto, à vezes um toque no freio,
fazendo as curvas firmemente, acelerando levemente.
Eu
vinha preocupado com as curvas do começo da serra por serem curvas difíceis até
mesmo para quem é mais experiente, considerando a garoa, a forte serração e o
movimento de caminhões para todo lado, além do risco de óleo na pista, etc.
Pois
ela veio com firmeza e segurança. Nenhum deslize em sua condução. Saindo para a
esquerda para ultrapassar, sinalizando sempre, não ficando mais do que o
necessário na pista da esquerda, ligada no retrovisor e no movimento geral da
pista. Não ficou na frente de caminhões e nem se meteu em “muvucas” do
trânsito.
Quando
chegamos no meio da viagem, num posto Shell que tem logo depois do Sinuelo, na
pista que vai para o sul, paramos para tirar as roupas impermeáveis, pois a
chuva havia cessado e era possível ver que mais ao sul o céu estava mais claro.
Tomamos um café e comemos alguma coisa leve e seguimos em frente.
Quando
saímos do posto já estava escurecendo, pois já eram 18:00h, a Bê continuou indo
na frente pela maior parte do trecho. Em alguns momento quando eu fui na frente
achei que fica mais complicado para mim pois eu acabo ficando muito ligado no
retrovisor para cuidar dela e posso acabar me descuidando. Conversei isso com
ela e que ela não precisaria se preocupar comigo, pois por enquanto ela é que
está menos experiente.
Pegamos
trechos de engarrafamentos longos, onde não fomos pelo corredor. Ficamos ali
parados na fila assim como os demais carros. Demorou um pouco mas preferimos a
segurança ao arrojo nesse primeiro momento, até mesmo porque para andar no
corredor exige que se tenha uma boa leitura das dimensões da moto e muito
equilíbrio em marcha lenta.
Confesso
que até mesmo eu, que a 6 anos ando de HD, por vezes tenho dificuldades para
seguir pelo corredor, principalmente devido a riscos de algum outro
motociclista se atravessar na frente ou de algum motorista abrir a porta do
carro, coisas assim que acabam gerando um risco maior na condução pelo corredor
que exige que se esteja muito ligado ao que acontece em toda a volta e não no
conduzir a moto. Ela achou que seria ruim e eu concordei na hora.
Quando
estávamos chegando em Itajaí, uma placa informava que havia tido um acidente
com incêndio no Morro do Boi e que o trânsito estaria lento pelos próximos
25km.
Decidimos
que seria melhor sair para Itajaí e seguir pela costa até Balneário Camboriú e
depois pela Interpraias saindo diretamente em Itapema. Assim fomos e pegamos o
atalho. Foi uma bobagem, pois o trânsito em Itajaí estava forte e em Camboriú
então nem se fala, principalmente na Av. Brasil por onde passamos.
O
pior é que fui até o final da península e lá não tem saída, tivemos que voltar
para passar o canal e retornar à BR-101, dando uma volta grande e então
descobrimos que a BR já estava liberada e seguimos por ali mesmo. Passamos no
Morro do Boi e ainda haviam vestígios de que a via acabara de ser liberada.
Tudo
certo, seguimos para Floripa. O frio era grande e a Bê ali firme como uma
experiente motociclista, sem o para-brisa eu imaginava que ela estivesse mesmo
com muito frio, pois eu na Ultra estava com o aquecimento de manopla ligado no
2 e minhas mãos estavam geladas.![]() |
| Minha pilota no engarrafamento da via expressa em Floripa. Mais de 1 hora na fila. |
Quando
entramos na via expressa em Floripa o trânsito estava parado. Falei com ela: -
vamos retornar até Barreiros e entrar pelo acesso norte? Mas como eu havia dado
uma bola fora no desvio de Itajaí, achei melhor seguirmos pela expressa mesmo.
Essa foi mais uma bobagem, como não seguimos pelo corredor novamente, ficamos
por mais de 1 hora para chegar na ponte. Havia, perto da ponte, um carro
capotado e parece que houve um assassinato com 3 tiros no motorista e uma moça
esfaqueada. Uma “muvuca” incrível com IML, IGP, polícia civil, militar,
rodoviária federal, pois se trata da BR-282. Coisa de louco.
As
22:20h da noite, estávamos em casa muito felizes e eu estou achando que preciso
pedir que ela me ensine algumas coisas sobre a condução de motocicletas nas
rodovias, pois ela se tornou uma expert.
Brincadeiras
à parte, estou muito orgulhoso da minha pilota!
Agora
é só seguir com cuidado e nunca ficar confiante demais, que é onde os problemas
costumam acontecer.
Como
diz o Kadu: - Fica a Dica!
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