Imagens do Fin del Mundo

Imagens do Fin del Mundo
Eu estive lá. De frente para a vida!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

2º Encontro de Caçador

Prezados,

No final de semana passado, dias 9 - 10 e 11 de Novembro de 2012, participamos do encontro de amigos de Caçador, muito bem organizado pela Jussara e o Chico, com forte ajuda de um grande grupo de pessoas que doam seus tempos para proporcionar dias muito agradáveis para nós HD's que gostamos de rodar e de festa com amigos, principalmente de festa com amigos.

Para nós os maiorais do evento foram mesmo o Denis e a Dadá. Muito obrigado meus queridos por terem nos convidado para participar deste evento maravilhoso.
Denis e Dadá. Gente muito boa que nos convidou para participar do encontro.
Foram dias maravilhosos, embora a gente tenha chegado tarde em Caçador, já próximo da hora da festa de máscaras e por isso perdemos a tarde de chop que recepcionou a galera toda.

A viagem foi muito boa, mas em períodos intercalados de sol e chuva durante todo o trajeto. Saímos de Floripa com chuva e vestidos com roupas impermeáveis, o que não foi muito fácil devido ao forte calor que fazia. Seguimos pela via espressa em direção à BR-101 e fomos na direção sul, para entrar em dirção a Santo Amaro da Imperatriz e seguir pelo BR-282 até Lages onde seguimos para o norte pela BR-116 até Santa Cecília e entramos à esquerda na SC-302, passando por Lebon Régis até chegar em Caçador.

Ao longo do caminho realmente pegamos uma grande alternância de sol e chuva, com mais chuva do que sol e ultimamente ando com muito cuidado quando está chovendo, pois fico resseoso com questões de óleo na pista. As temperaturas também foram se alternando de tal forma que quando chegamos na BR-116 eu, que estava apenas com o impermeável, acabei colocando a jaqueta e a Bê fez a mesma coisa, aí pudemos ver como foi bom termos colocado as jaquetas pois o conforto aumentou sensivelmente.

Como não havíamos comido nada ainda, paramos em uma venda que tinha produtos coloniais e comemos queijo e salame colono com pão de bata feito em casa. Estava bom mas a asia que me deu não foi muito fácil de encarar não. Depois descobri que foi por causa do pão mesmo.

Quando chegamos, paramos em uma rua para ligarmos para o Lauro, para saber qual o nome e endereço do Hotel onde deveríamos nos hospedar (uma vergonha, mas nem eu nem a Bê sabíamos onde ficaríamos), ele disse que era no Le Canard e nos deu o endereço. O GPS não tinha nenhum hotel em Caçador e tivemos que ir pelo endereço mesmo. Em uma cidade relativamente pequena não é assim tão difícil de localizar um hotel, mesmo sem perguntar para ninguém.

Chegamos, descarregamos, pegamos as chaves do quarto, levamos tudo para cima e como já havia esquentado novamente, descemos para tomar uma cerveja, já que a esperança de ainda ter sobrado um chopinho não se concretizou. O problema é que mal tomamos duas latinhas e o pessoal começou a passar já arrumados para a festa. Achei que era cedo ainda mas eu é que estava enganado, pois já era mais de 9 horas da noite e a festa começava às 9.

Subimos para tomar um banho rápido, pegar as máscaras, colocar a caveira de ingresso e fomos para o local da festa que era do outro lado da rua. As comidas estavam meuito boas, tinha um queijo Brie coberto com geléia que estava simplesmente magnífico.
Uma das mesas deliciosas de quitutes que preparam para nós.

O pessoal estava muito engraçado com as máscaras e como sempre, o negócio é relachar, esquecar que existe um mundo com problemas e curtir a vida que as duas rodas nos proporcionam, com pessoal da melhor qualidade, seriedade e alegria.
Desculpas por não lembrar o nome com a Marta e Salete

Muita gente. Até o Paulo que depois trocou a fantasia de nordestino por uma do Máscara. Foi muito legal. Boa idéia Paulo!

É nóis...

Tinha máscara original de Venesa!!!

Casal muito querido, Santos e Salete.

A Terezinha, a Bê e o Palhaço da festa.

Douglas, Duza, Amauri, Zita e eu.

A BÊ e a Dadá.

Eita turma feliz. O Pato Branco, Denis e eu.

A Zita e o Douglas estavam lindos como sempre. Nem dava para ver se estavam de máscaras.
Não posso largar essa mulher nem um minuto sozinha que dá nisso...
O Paulo inventa cada uma!

Ele me chamou em um canto e me disse que havia trazido uma outro fantasia. Ele iria sair para ir até o hotel para trocar de fantasia às 10:45. Já havia deixado uma cópia do filme do Máscara com o DJ e me apresentou para o DJ dizendo que eu seria o cara que iria pedir para colocar o filme, na posição que ele havia combinado com o DJ.

Bem quando chegou a hora, a Tere me chamou dizendo que o Paulo estava lá fora, fui até falar com ele e me autorizou a solicitar que o DJ colocasse o filme para rodar. Assim foi. Quando chegou no ponto em que a moça estava cantando e o máscara dançando com ela, ele entrou sob as luzeses de um canhão de luz e se apresentou ao estilo Máscara mesmo. Muito original e legal.

A entrada triunfal do Máscara.
Dançando com as mulheres.
O Máscara e a Terezinha. O casal.

Salete, Paulo e Santos. O outro, pela cara, está tentando descobrir quem é o Máscara.
Lá fui eu novamente para o palco.
Ouvindo o que ele tinha para dizer...
Supostamento dublando o que ele tinha para dizer.
Foi muito bancana. O mais interessante foi ver como o Paulo tremia por dentro no palco, o que anunciava o nervosismo dele. Fiquei pensando que ele é realmente um herói, pois com toda esta reação do corpo dele o danado não se entregou. Foi lá e deu o recado dele.

Eu aproveitei e agradeci a todos por estarem presentes no Baile do Máscara! kkkkk. Foi muito legal.

Uma das Gatonas que estavam na festa.
Depois que desocupamos o palco foi a vez da Jussara agradecer a todos pela
participação no evento. Muito mais adequada do que a nossa participação.


Lá por 1:30 ou 2 da manhã fomos embora para o hotel, que ficava do outro lado da rua. Uma vantagem em relação ao pessoal que ficou no outro hotel, que era muito mais longe, Nenhum problema já que tinha um ônibus que fazia o transfer deles.
Pessoal esperando pelo transfer em frente ao local da festa.

Na manhã seguinte teríamos que nos reunião às 10:15 da manhã para seguir até o centro da cidade, que fica ao longo do rio, para darmos uma volta pela cidade culminando no almoço, onde estava programada uma feijoada no clube da Reunidas, nas proximidades da estrada por onde tínhamos chegado.

Mas as fotos falam mais que as palavras.

Passeio por Caçado, indo para o Parque Central, ao lado do rio do Peixe.

Estacionados ao longo da via do Parque.

Todos estacionaram de forma muito consciente.

Tinha gente muito grande lá. De noite gorda e dia alto!

Aí está a parte masculina da gange.

Saída do Parque para circular pela cidade.

Aí estava a nossa bexiga da festa que levamos para passear no dia seguinte.

O Trem de motos.

Lauro e Edite, nossos grandes companheiros de jornadas e estradas.

Tinha uns coxinhas que foram de carro pois estava chovendo em Curitiba. Shiiiii.

Chegada ao local da Associação da Reunidas. Local do almoço.

A recepcionista que deixou muito velhinho animado. kkkk.

Só para ficar com saudades do Lucianinho....

O Anselmo e a Paulinha. Sempre animados.





Nossa mesa.

Nossa saída do local do almoço.
Durante o almoço foi formado um grupo que estaria interessado em ir até uma vinícola da região que nenhum de nós conhecia. Muitos velhinhos foram para o hotel para dormir e descansar (hahahaha) e os mais novos resolveram acompanhar o Chico na visita.

Seguimos por uma estrada de asfalto até a entrada da fazenda, quando entramos em um trecho de terra que foi um ótimo treino para poder andar no rípio da patagônia. Não foi muito mole não, mas notei que na ida foi mais difícil do que na volta, ou seja, a gente vai aprendendo ou perdendo o medo, ou ainda, aumentando o nível de risco.

Essa imagem é sempre muito bonita.

Essa também.

Chegada na porteira de entrada da fazenda da vinícola.

Confesso que fiquei nervoso em andar neste piso de pedras e terra.

O Laurão também foi bem com a sua Heritage.

Que beleza!




A recepção da vinícula é muito boa. O lugar é de muito bom gosto.

A Sia tocou até piano de calda.

Depois eu atrapalhei um pouco.

O lugar é mesmo muito bonito e o espumante também.

Que vidão! Se para nós está assim, imagina para a classe média...

Piso com o nome da Vinícola.

Sem palavras! A Bê é muito linda...

Jantar na mesma Associação.
Retornamos ao Hotel e fomos de ônibus para a Associação Reunidas novamente onde seria servida a janta, com comida mais de interior mesmo, uma maravilhosa codornada! Codorna de tudo quanto foi tipo, só ensopada que não.

Teve ainda um coral local que se apresentou, acho que eles tinham a mesma idade média que nós, e cantavam quase tão bem quanto gostamos de dirigir nossas motos, mas o mais legal foi que quando cantaram a música Amigos para Sempre o pessoal se levantou e fomos nos abraçando e dançando, cantando juntamente com o coral. Foi uma comoção muito grande. Um momento daqueles que existem poucos ao longo de nossas vidas.

Depois que a música acabou, o coral teve que parar de cantar, pois todos estavam se cumprimentando e se abraçando e foi longe, muito loge. Quase que todos se abraçaram e se cumprimentaram. Foi um momento realmente muito especial que surgiu espontaneamente. Muita gente estava literalmente chorando.

Depois jantamos e participamos de um sorteio, onde não ganhamos nada.

Voltamos para o hotel de bus e largamos o conjunto de rock tocando lá.

Foi muito bom o encontro.

A surpresa foi na saída da manhã seguinte. Levantamos meio tarde, perto das 10 da manhã para tomar café e saímos do hotel já devia ser 11:30. Descemos a ladeira em direção ao rio conforme o caminho para chegar na estrada. Qual foi nossa surpresa ao verificar que todas as ruas do centro estavam fechadas pois estava tendo os Jogos Abertos de Santa Catarina naqueles mesmos dias. Aí apelasmos muito pelo GPS mas não tinha como passar.

Pois retornamos ao Hotel e tivemos que subir a ladeira do hotel, que não era mole não, e assim por diante fomos de ladeira em ladeira, perdidos e já querendo esperar acabar o evento para poder sair da cidade. Neste momento apareceu um companheiro que estava no encontro e que infelizmente não me lembro o nome, o que para mim é normal, e ele nos levou até a estrada.

Saímos da cidade finalmente. Seguimos até a BR-116 e decidi ir por Lages mesmo, pois para ir pela Dna. Francisca teria que rodar 510km ao invés de 408km. Achei que era demais. Paramos para almoçar no restaurante de beira de estrada que tem em Lages, e que é da melhor qualidade, perdemos ali umas 2 horas mas valeu à pena. Descemos pela serra de Lages da BR-282 e chegamos em Floripa ainda de dia, lá pela 6 da tarde.

Foi um final de semana maravilhoso!

Abraços a todos os leitores.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Trocamos a nossa Ruiva...

Trocamos a nossa Ultra 2010, vermelha e maravilhosa, com a qual rodamos nos 2 anos que esteve conosco 55.000km, mesmo que tenha tido pelo caminho uma capivara que me manteve fora das estradas por pelo menos 5 a 6 meses inteiros com um retorno muito lento. Mas agora resolvemos trocar a nossa moto por uma nova, também pedi uma vermelha, mas não consegui.
Esta foi a nossa ruivinha, que nos levou por nada menos que 55.000km em 2 anos.
Indo para Londrina no encontro The One - Plaenge
Esperar pelas 2013, ano dos 110 anos da HD tornou-se uma possibilidade, mas também tem uma forte possibilidade de haver um forte realinhamento de preço, devido principalmente à variação cambial dos últimos tempos. Assim sendo resolvi fazer o pedido, como não teria a vermelha, solicitei uma preta mesmo. Ainda tenho muita vontade de pintar a minha moto e pode ser que eu ainda pinte a danada de branco com flake azul ou talvez de um vermelho que vi na internet.

De qualquer forma, pegamos a moto nova no sábado retrasado, dia 30 de setembro e o emplacamento ficou pronto apenas nesta última quarta-feira, dia 10/10, quando o Thomaz, vendedor e gente finíssima foi até a minha casa, que é longe, com a moto dele, pegou a minha sem placa, levou até a loja, emplacou e destrocou as motos lá em casa novamente. Isso que é tratamento vip. Obrigado Thomaz e The One! E ainda tenho que comentar que deixei a minha moto vermelha na loja no sábado anterior de forma que ficaria uma semana sem a moto, ou seja, ficaria à pé em uma final de semana sem sol. Quando o Roger me escutou falando isso para um grupo de amigos na loja ele imediatamente disse que eu não ficaria à pé de jeito nenhum e me emprestou uma Road King azul 2012 de propriedade da loja com apenas 1200 km.

Disse veementemente que não poderia aceitar e que na semana seguinte eu estaria em Floripa. Não teve jeito, ele me disse que a moto tinha seguro e que eu poderia ir para Florianópolis com a moto sem nenhum problema, que a moto servia para este fim mesmo, para atender aos clientes e amigos. Acabei ficando com a moto até o sábado seguinte, quando fui à loja para buscar a minha nova companheira, novamente da cor preta.
Aí está nossa nova Moreninha! Trincando de nova. "Super-Zero" como poderia brincar meu Tio Toninho.

domingo, 14 de outubro de 2012

12 de Outubro em BH com a Kátia

Um final de semana prolongado e a filha da Bê em Belo Horizonte, que há alguns meses já não víamos, foram motivos suficientes para planejarmos uma viagem até BH, a primeira da nossa nova companheira.

Como a semana seguinte eu teria que passar no Pará, ao invés de eu sair de Curitiba ou Floripa, saí de BH mesmo e o retorno, na sexta-feira seguinte, também para BH. Desta forma programamos a ida de Curitiba - BH na sexta-feira, dia 12/10/12 e o retorno para o outro sábado, dia 20/10.

Fato é que o tempo disponível para rodar é muito raro e temos aproveitado todas as oportunidades, claro que desta forma, somos obrigados a abrir mão de muitas outras coisas para dar lugar a rodar com nossa companheira.

Retornei de Floripa na quinta-feira chegando em Curitiba às 11 da noite. Na manhã seguinte levantamos às 5:45 da matina e saimos de casa com a moto carregada às 6:30 em ponto, com combustível para rodar cerca de 190 km, pois eu não tinha abastecido a moto. Resolvi seguir um pouco pela BR-116 antes de abastecer, assim aproveitaríamos para esticar as pernas 100km à frente.

Na parada para abastecimento em um posto localizado pouco antes da descida da Serra do Azeite, resolvi colocar a calça de chuva e galocha pois estava garoando forte. A Bê colocou o casaco impermeável e notamos que havíamos esquecido de pegar as galochas dela, mas como os pés dela ficam mais protegidos que os meus, ela foi sem proteção mesmo. Na verdade não pegamos chuva forte, mas durante todos os 1.110km percorridos creio que não choveu em cerca de 100km apenas.

Chegamos em BH era 2 horas da manhã, ou seja, a bagatela pouco mais de 19 horas de viagem, depois de muita luta contra o sono e diversas paradas onde tive que tomar café com açúcar mesmo, já que MG é parecido com o interior de SP onde o café é passado com açúcar na água e ninguém sabe que café poderia ser passado amargo.

Café da manhã no Petropen.

Acontece que paramos no Petropen para tomar café da manhã, por cerca de 1 hora. Depois, quando chegamos no pedágio da subida da serra do cafezal, encontramos o trânsito completamente parado e fomos seguindo pelo corredor entre os carros passando pela fila. Desta forma conseguimos chegar na praça de pedágio, já tínhamos ouvido no rádio, que estava sintonizado no canal 5, canal aberto dos caminhoneiros, que a PRF havia fechado a estrada para que sobre privilegiando o trânsito no sentido contrário.

O Policial que chegou praticamente junto conosco no pedágio nos confirmou que a estrada ficaria fechada por 3 a 4 horas. Pareceu vantajoso subir por Santos, pela Imigrantes que a gente ainda não conhecia. Dois motciclistas que estavam ali parados também resolveram me seguir. Como um dos motociclistas estava com uma moto 250 cc, me disse que se eu fosse a menos de 120 ele poderia me seguir. fomos a 90 - 110 km/h.

Este estava indo para o RJ e o outro, com garupa, estava indo para uma cidade na região metropolitana de São Paulo mesmo. Subimos nas motos e fizemos o retorno no pedágio e tomamos o caminho de volta, rodamos cerca de 25km até a saída para a estrada litorânea que passa por Itanhaêm, Cubatão, etc. e seguimos até a Imigrantes. Vimos informação ao usuário de que apenas a Imigrantes estava subindo. Nós nunca tínhamos passado pela Imigrante e foi muito legal a subida, embora com muita cerração, mas é impressionante a qualidade da mesma, que é uma sequência de viadutos e túneis, sendo que raros trechos tem o leito da estrada apoiado no chão, propriamente dito.

 O pessoal foi nos seguindo, sendo que o que ia para SP mesmo acabou parando num posta para abastecer a moto e o outro, que ia para o RJ continuou nos seguindo até chegar perto de São Paulo. Ele acabou seguindo pelo rodoanel e eu fui seguindo o caminho indicado pelo GPS, que é um f.d.p. às vezes, pois ele acabou nos levando para dentro da cidade e quando vimos estavamos em plena Av. Paulista com uma montoeira de ciclistas e com muitos acessos fechados para os carros, o que me impossibilitou de entrar na 23 de maio e foi um tempão para conseguir chegar na marginal e poder sair pelo caminho de Guarulhos pegando a Fernão Dias.

Como perdemos muito tempo para chegar na Fernão Dias e como a garoa não parava, deixando a pista muito lisa, o movimento ainda não tinha diminuído de maneira que por muitas vezes tivemos que ir passando pelos corredores com os carros parados e depois que começava a andar não havia nenhum motivo aparente para ter parado tudo a não ser o excesso de movimento mesmo. Com tudo isso acabamos demorando muito, além do que em diversos trechos a nossa velocidade era de 60 a 80 por hora, pois não dava para andar mais rápido do que isso.

Haviam poucas motos nas estradas por onde passamos pois o dia estava meio sem graça mesmo. Ligamos para a Kátia várias vezes durante o dia para informar onde estávamos, pois a programação original era chegar em BH lá pelas 5 ou 6 da tarde e estavamos demorando muito mais do que isso, sendo que ele nos dizia que em BH estava um sol aberto e 33 graus. Para a gente não era possível acreditar nisso pois o tempo estava muito fechado e não acreditávamos que ia ser possível abrir em 300 km. Realmente não abriu, fomos levando a chuva junto conosco, sendo que quando parava um pouco a gente parava para tomar um café, lavar o rosto para acordar e começava a chover. Aí saíamos e por um trecho estava chovendo mas depois parava novamente, parávamos para acordar novamente e a chuva nos alcançava. Assim viemos até BH.

Marcamos de nos encontrarmos no Shopping Del Rei, que fica perto da casa da Kátia e ela foi nos buscar, quando chegamos ela estava parada lá nos esperando e seguimos até a casa dela. Por diversas vezes ponderamos a possibilidade de dormirmos pelo caminho, mas aí perderíamos o café da manhã na BH Harley Davidson no dia seguinte.

Em frente à BH HD. Bê junto com a moto alaranjada.

Estávamos programando ir tomar o café da manhã, comprar alguma camiseta de lembrança e deixar a moto para a revisão dos 1.600 km. A primeira revisão de mil milhas.
Deu certo, deixamos a moto na loja para a revisão, o pessoal saiu para um passeio até a inauguração da cerveja do Capitão Senra, com o qual conversamos e tiramos uma foto, além de comprar a camiseta comemorativa à ele. Eles seguiram para a festa e nós fomos passear em Ouro Preto, pois a Kátia tinha idealizado o passeio e a gente queria muito conhecer Ouro Preto onde a gente nunca tinha estado.

Saímos da loja da HD e fomos para Ouro Preto.



Por enquanto a história fica por aqui, faltam ainda as fotos e a continuação do dia em Ouro Preto e ainda o domingo na Fundação Inhotim, localizada na cidade de Brumadinho a uns 60km de BH.













Nós almoçamos no restaurante de um lugar chamado Fazendinha, que fica localizado em Brumadinho mesmo, pouco antes de chegar na cidade.


Abaixo segue série de fotos da Fundação Inhotim.
Os jardins são maravilhosamente projetados e as galerias também são muito interessantes.











terça-feira, 9 de outubro de 2012

7 de Setembro em Foz

Neste último 7 de Setembro fomos até Foz do Iguaçu. O grupo era formado por nós, Daniel e Ana Paula, Lauro e Edite, Luciano e Cintia de carro, juntamente com o Lucianinho.

Saímos cedo de Curitiba, 6h da manhã, e ficamos de nos encontrar com o Ivo e a Mari em Guarapuava por volta de 9h. Eles haviam saído no dia anterior, dormiram em Guarapuava e encontramos com eles no posto para o café da manhã, localizado quase junto ao viaduto de acesso a Guarapuava.

Logo de cara encaramos um movimento impressionante do tipo tudo parado mesmo. Esperamos o Luciano que estava de carro no acostamento e dissemos que nos encontraríamos no posto em Guarapuava, pois seguiríamos de moto pelo corredor. A fila era do tipo todos os carros parados e fomos assim até o pedágio do Alto do Purunã. Após o pedágio o movimento diminuiu muito, mas o Luciano teria um tempo para nos alcançar no ponto de encontro.

O tempo estava maravilhoso assim como nos demais dias, menos o pouquinho de chuva que precipitou quando saimos de Foz do Iguaçu no domingo de retorno, ainda assim foi bem pouco. O difícil nestes dias foi o calor.

Quando chegamos no ponto de encontro, o Ivo estava na entrada do posto nos esperando e indicando para que entrassemos. Enchemos os tanques e tinha um senhor com a esposa enchendo o tanque de um Fiat Ideia que gastou a mesma quantidade de combustível que nós, ou seja, o carrinho dele fez, nada nada, 18 km/l. Entramos na lanchonete que era simples mas tinha um bom misto quente com café.

O Luciano demorou quase uma hora para chegar, aguardamos todos tomarem café e seguimos em frente. Paramos depois de Cascavel para abastecer e comermos alguma coisa e estava um calor infernal. Chegaram 3 motociclistas, dois caras e uma garota, um dos rapazes falou que ali estava fresquinho pois quando saíram de Foz estava muito pior. Assim ficamos informados de que a coisa ainda estava boa.

Chegamos em Foz e seguimos direto ao Hotel, que ainda não conhecíamos e estavamos preocupados com a qualidade do mesmo, pois quem conhece Foz sabe que lá tem cada hotel de dar medo. Como era feriado todos os hoteis estavam lotados e tivemos que escolher pela internet um que tinha vaga. Chegando lá vimos que era bom, superou as nossas espectativas.

Paramos as motos, descarregamos tudo e fomos para os quartos, ainda era cedo e deu até para descansar um pouquinho antes de sairmos para jantar no Bufalo Branco, uma churrascaria muito boa. Para quem não tinha almoçado era uma boa pedida.

Resolvemos descer para a piscina para refrescar um pouco. No caminho da piscina falamos com o apoio turístico do hotel e acertamos para o dia seguinte nossa ida para Ciudad del Este pela manhã e depois irmos visitar as cataratas no Parque Nacional do Iguaçu.

Cheguei na piscina e estavam quase todos ali, o Daniel e a Lê na água. Depois de um pouco de cena, me joguei na água. Embora o dia estivesse quente a água da picina estava muito gelada, mas muito gelada mesmo! Um frio do cão! Caramba! Eu ali no fundo da piscina, cheia de folhas e outras coisinhas no fundo e nós ali junto com as folhas. Na verdade fiquei em dúvida sobre a potabilidade daquela água.




Uma das melhores cenas do passeio foi o Lauro fazendo graça para entrar na piscina do hotel, que estava muito suja.

Lauro fazendo aquecimento para entrar na picina.


Depois de jantar no Búfalo Branco, fomos até a avenida para comprar umas garrafas de água e retornamos ao hotel para dormir.

No dia seguinte às 8:30 pegamos a van que nos levou até o Shopping de Leste, localizado ao lado da Aduana paraguaia. Eu queria comprar uma câmara Go Pro, mas acabei achando que fiz um bom negócio não comprando, a utilização dela é questionável, pois a máquina fotográfica também filma. Comprei um joguinho para o Henrique, filho de minha sobrinha em uma loja muito boa do shopping, não adiantou nada, pois embora tenha custado caro ainda assim não funcionou. Que coisa! E como a gente faz para ir lá reclamar?

Depois de cansarmos um monte olhando coisas, indo pelas ruas impressionantemente cheias de pessoas e veículos de todo tipo até a Monalisa e retornar pela rua de trás que estava um pouco mais fácil de andar, estávamos pregados quando chegou a hora de ir embora.

A Bê e a Cintia estavam com medo, elas tem uma espécie de síndrome do pânico quando estão em uma turba daquelas. O que na verdade não é de estranhar, pois a coisa é esmagadora mesmo. Para ir para lá tem que saber exatamente onde ir, como a gente não sabia, a coisa estava difícil.

Ninguém se perdeu, o que é incrível, a questão que mais preocupava era o Lucianinho, que por ter 2 anos apenas acaba sendo de muito risco naquele lugar. Moral da história é que a Cintia não se desgrudou dele e se cansou muito mais que os demais pois teve que carregá-lo o tempo todo.

No horário combinado, pegamos a van e seguimos até uma churrascaria próxima ao hotel, acho que o nome era costela na brasa ou algo assim, comemos mais ou menos, não estava nem parecido com o Búfalo Branco do dia anterior, e seguimos até o Parque Nacional.
Foz está ficando mais complicada, sabe que não se pode mais entrar no parque de carro nem nada. Agora tem que ir de ônibus ou, se tiver um guia cadastrado, pode-se entrar de van desde que a mesma seja de uma empresa de turismo. A coisa está fechando mesmo. Não quisemos fazer o passeio de barco no pé da cachoeira, eu pessoalmente acho que é muito perigoso, os demais também devem concordar, pois ninguém quis ir.





Caminhamos pelas trilhas e fomos até o elevador sendo que passamos pela passarela do salto Floriano, que foi projetada por nós da Engevix a muito tempo, coisa de 20 anos. O sistema está funcionando e, embora ela tenha ficado submersa por diversas vezes, durante cheias do rio, ainda se encontra em perfeito estado, o que é no mínimo motivo de orgulho.

Retornamos ao hotel depois de um dia cansativo e cheio de passeios. Cansados mas felizes, como sempre. Aí resolvi colocar a placa de PHD na moto. O Daniel, que é mais afeito às artes manuais e o Lauro tomaram a frente e utilizando aqueles lacres de plástico a mesma foi colocada com maestria pelo criativo Daniel e Lauro. Eu na verdade apenas escolhi onde a placa deveria ficar. Ficou show a bichinha. colocada sobre amortecedores e tudo para não ficar vibrando. Coisa de profissional mesmo!


Ultimo Brinde em Foz


De madrugada acordei com uma gritaria na rua, gente gritando: - vagabundo! Pega! Chama a polícia! Um agito danado. Eu achei que devia se tratar de alguma briga de casal e nem me preocupei em ir olhar o que estaria acontecendo. Na manhã seguinte é que ficamos sabendo que arrombaram um ônibus de turismo que estava estacionado em frente ao hotel, o pessoal estava hospedado alí e roubaram uma série de compras que o pessoal havia deixado no interior do ônibus. A gente achou que o pessoal é meio abusado em deixas as coisa no ônibus durante a noite. Fato é que naquele dia o pessoal acabou se complicando e tiveram que amargar um prejuízo relativamente grande.

Tomamos nosso café da manhã e quando estávamos para sair o tempo mudou e começou a chover. Colocamos nossas roupas de chuva, guardamos a máquina fotográfica e seguimos com muito cuidado, pois quando começa a chover a pista acaba ficando muito lisa. Quando chegamos no mesmo posto no qual havíamos parado na ida já não estava mais chovendo e o calor era grande.

A viagem de volta foi muito boa, mas quando chegamos perto da entrada de Witmarsun o mesmo movimento da ida estava lá. Fomos seguindo com as motos pelo corredor e conseguimos seguir em frente. Entretanto não deu para chegar de dia, acabamos pegando um pequeno trecho depois de anoitecer e fomos direto até a casa do Daniel e da Ana, onde combinamos de comer uma pizza para esperar o Luciano, que vinha de carro e que demoraria muito para chegar devido ao movimento que pegamos, pois ele tinha que deixar a Lê ali.

A viagem foi um sucesso.